Sanjuushi Home Realm Forum

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    A minha fanfic

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    Athos de La Fère
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Athos de La Fère em Seg Nov 30, 2009 2:37 am

    Yeaaaaaaaaah!!!

    Muito bom! Muito bom!!
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Anbel em Ter Dez 01, 2009 1:42 pm

    Realmente tenho que concordar com a Lyrrinne quando ela diz que o capítulo está curto o que é pena porque há aqui alguns aspectos que podiam ser mais desenvolvidos como é o caso do ambiente entre os quatro amigos agora que já estão todos ao corrente do segredo de Aramis. Como é que o Athos e o Porthos estão na realidade a reagir a esta revelação bombástica? Rolling Eyes Este é um tema que bem merecia um bocadinho mais de atenção porque parece-me que era interessante ver como é que na realidade eles estão a assimilar esta nova verdade. Shocked


    Agora há outra coisa que não sei se estará muito de acordo com a realidade da época …é a maneira como a Rainha Ana fala com a Constance. Suspect Não sei se uma rainha trataria uma aia por “querida” tal como também me parece que não seria muito apropriado para um membro da realeza utilizar expressões como “desenrascado”! Se calhar ando a ler muitos livros de época em que a linguagem usada é um bocadinho diferente da maneira como actualmente falamos! Razz
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Lyrrinne em Ter Dez 01, 2009 1:52 pm

    Very Happy A Anbel meteu aqui o dedo na ferida, realmente mesmo tendo afinidade com a jovem aia duvidoigualmente que a Rainha fosse menos formal com ela, alem disso na altura não era próprio para uma Rainha comportar-se de um determinado modo, eram educadas assim... compreendo o que a Anbel diz porque é algo a que não estamos habituados hoje em dia, certas expressões que hoje usamos podem ser desapropriadas para uma determinada época e situação, mas também é difícil saber quais usar!
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Fraulein Andreia MC em Qua Dez 02, 2009 2:20 am

    Têm toda a razão. Mas é que eu queria fazer da Constance, além de aia, a melhor amiga amiga da Rainha, uma vez que ela é a sua principal confidente. Não se esqueçam que ela era a única que sabia da relação secreta da Rainha com o Duque de Buckingham. Quanto à situação da Aramis, em breve vão haver mais desenvolvimentos, não se preocupem. Wink
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Lyrrinne em Qua Dez 02, 2009 5:07 am

    Coitada da Fraulein... somos um publico muito exigente LOL
    Mas sabes que é só para ajudar a melhorar... é certo que a Constance era chegada, como muitas aias eram das suas Rainhas, elas sabiam até o que não queriam saber! Eram confidentes e amigas até determinado ponto, a Corte podia ser um antro de intrigas, do disse que não disse... por vezes um desabafo a uma aia mais chegada era tudo que restava a uma Rainha que ainda por cima eram na sua maior parte princesas estrangeiras e estavam ali num pais e meio completamente diferente daquele em que nasceram, mas haveria formalidades a cumprir por certo. Como li algures "Um Rei não pode ter amigos, somente aliados!"
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Athos de La Fère em Qua Dez 02, 2009 3:43 pm

    Olhaaa! Que são exigentes mesmo heim Fraulein... Smile lol!

    Mas tudo bem!!

    Eu imaginei mesmo que você explorar o que a Anbel bem expôs aí em cima.. quero dizer quanto à reação de Athos e Porthos à revelação de Aramis...

    Quanto à amizade mais profunda da Rainha com Constance, nem botei reparo... concordo até com as garotas, mas não acho que isso compromete porque atingiu o seu objetivo que era mostrar a relação mais próxima que tinha a Constance com a Ana da Áustria...

    Funcionou pra mim!!!

    Uhuuu!! Mais, mais, mais!!
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Anbel em Sex Dez 04, 2009 7:36 am

    Parece que mais uma vez venho causar um certo alvoroço com os comentários que faço…mas que malvada que sou! Razz


    Quando a Lyrrinne diz que somos um público muito exigente eu prefiro dizer que somos um público interessado e atento que pretende fazer comentários e sugestões apenas com o objectivo de melhorar a obra final. Quando faço as minhas observações é apenas no sentido de ajudar a autora chamando a atenção para aspectos que podem ser desenvolvidos de maneira diferente. Penso que é bastante positivo saber qual o impacto que aquilo que fazemos está a ter nos outros e tem sido sempre essa a minha intenção quando faço as minhas observações. Smile


    Por exemplo, neste capítulo, assistimos á viagem dos nossos amigos entre Londres e Dover e sempre me pareceu que o Porthos ao ficar ao corrente do segredo de Aramis num contexto de uma certa tranquilidade como o que acontece aqui nesta história, não iria perder oportunidade de dar algumas “ferroadas”. Quer dizer, ele depois acabará por aceitar a situação, mas sempre me pareceu pelo seu carácter e personalidade que num primeiro momento ele não deixará de implicar um bocadinho com o Aramis. Razz


    Quanto ao tipo de linguagem usada pela Rainha Ana queen tenho que dizer que esta me “chocou” um bocadinho apesar de perceber o que a Fraulen pretendeu fazer. É que nos nossos dias a melhor maneira de demonstrar confiança e amizade por outra pessoa é tratá-la como se fosse igual a nós mas aqui estamos a falar de uma acção que decorre no século XVII e a sociedade era bastante diferente. Por muita amizade que a rainha tivesse por uma aia tendo também em conta tudo o que esta aia em específico sabe, ela nunca a iria tratar como uma igual porque é rainha e os reis fazem parte de uma classe á parte.

    Aliás até me parece que mesmo nos contactos rei/rainha eles nunca se tratavam por tu. Mesmo no relacionamento dos reis com os filhos existe um certo distanciamento (acho que regra geral se tratavam sempre de forma muito solene quase como se até nem fossem da família) Neutral . É por isso que não consigo conceber uma Ana de Áustria a tratar uma simples aia como a Constance por “querida”! Possivelmente ela nem iria usar esse termo com os próprios filhos quanto mais com uma criada! E isso até é visível na série na maneira como os reis comunicam entre si ou mesmo com as outras pessoas. Foi por isso que fiz referência a esta situação. E isto sem falar no termo “desenrascado” que me parece completamente desapropriado para ser usado por uma rainha! Rolling Eyes



    Também há outra coisa que aproveito para referir…quando vemos a história dos “Três mosqueteiros” independentemente da versão a que nos estivermos a referir, aparece sempre uma Ana de Áustria solitária e sem ninguém que a apoie mas acho que na realidade ela tinha confidentes, pessoas que a ajudavam e apoiavam e que tinham vindo com ela de Madrid. Essas pessoas que já a conheciam desde os tempos em que ela vivia em Espanha seriam com toda a certeza suas confidentes e aliadas. Não nos esqueçamos que nesta altura Espanha é um Reino extremamente poderoso e apesar de todas as dificuldades por que passou Ana de Áustria ela era sempre irmã do Rei de Espanha, um dos grandes poderosos da época e por isso tinha sempre uma certa margem de manobra…É que em último caso ela poderia sempre recorrer ao seu irmão o rei…
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    Fraulein Andreia MC
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Fraulein Andreia MC em Dom Dez 13, 2009 9:54 am

    É verdade. Além de que ela pode sempre contar com os valentes mosqueteiros.

    Mais um capítluo da minha fic. Enjoy!

    X - Regresso a casa

    Foi com grande alegria que os nossos amigos msoqueteiros avistaram o porto de Calais. Depois de perigos e tempestades, mereciam um bom regresso a casa.
    - Bem, chegaram ao vosso país. - Disse Tommy. - D'artagnan, achas que um dia vou ser um mosqueteiro como vocês?
    - Porque não? Tu vais conseguir, Tommy. Se é isso que queres, vai em frente!
    - Sim! Eu vou ser mosqueteiro! - Declarou Tommy. - Eu gostava de fazer coisas importantes, deixar as pessoas orgulhosas de mim. Mas, como em tudo, tenho medo de falhar...
    - Sabes, o meu pai disse-me uma vez que a verdadeira coragem não é a ausência do medo mas sim a maneira de o enfrentar. Isso vale para qualquer obstáculo, porque te ajuda a lutar por aquilo em que acreditas. - As palavras do pai continuavam bem guardadas na memória de D'artagnan. Até porque foram as últimas que ele lhe dissera, antes de partir para guerra.
    - E mais um coisa Tommy. - Acrescentou Aramis. - Nós os quatro somos muito diferentes uns dos outros. No entanto, há uma coisa que temos em comum: Todos nós lutamos por algo ou alguém. Tu, por exemplo, tens os teus sonhos. Já é o suficiente.
    - Obrigado. Vamos voltar a ver-nos, não vamos?
    - Claro que vamos. Se Deus quiser.
    - Eu até gostaria de voltar a ver-te, Tommy. - Disse Porthos. - Espero que te tornes mesmo mosqueteiro. Pode ser que um dia passemos a ser cinco a contar contigo.
    - Bem, eu não tenho irmãos. Mas acho que acabei de ganhar quatro. - Riram-se com a ideia do rapaz.
    - Adeus, Tommy. Não te metas em sarilhos. - Aconselhou Aramis.
    - E sempre que precisares, podes contar connosco. - Disse Athos.
    - Mais uma vez obrigado. Adeus, meus amigos.
    Assim despediram do seu novo amigo. Quem sabe se não voltariam a encontrar-se novamente?

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    Seguiram o seu caminho de regreso a Paris. Até então não acontecera nada de anormal. Mesmo Porthos, ocupado a tagarelar sobre as bebidas da taberna de Charmaine e a comida de Paris, além de atazanar Aramis com piadinhas sobre mulheres (Aí, as contas saiam-lhe furadas pois Aramis respondia-lhe com um "Essa já é velha." ou "Essa também conheço."), desconfiava daquela calma.
    - Se não fosse aquela pandilha a fazer-nos a vida negra, a esta hora eu estava a comer um belo frango assado. Ah, e que saudades do vinho de Bordéus...- Resmungava Porthos. - Admira-me eles ainda não terem feito nada. Devem ter ficado com medo aqui do Porthos.
    - Sinceramente, Porthos, pelo que eu percebi, acho que é preciso muito mais do que uma tareia para eles desistirem. E que eles nos deram bastante trabalho com espada, lá isso deram.
    - E então que fazemos? Ah, já sei! Tu poderias atacá-los com fitas para o cabelo!
    Aramis abriu a boca para lhe responder, mas já não foi a tempo. Ramirez e os seus homens, juntamente com Mercedes, estavam mesmo à sua frente.
    - Ora, ora, ora! Que temos nós aqui? Ramirez! - Respingou Porthos. - Querem apanhar outra vez?
    - Se fosse a ti, ficava calado, gorducho.
    - O QUÊ?! - Porthos dirigiu-se a ele. - Quem devia ficar és tu, porque o "gorducho" agora vai fazer-te em picadinho!
    - Temos mesmo que recorrer à violência? Meus amigos, meus amigos...Podemos tornar as coisas mais faceis. Poruqe não fazemos um acordo?
    - Qual acordo? Não há acordo! - Respondeu Porthos.
    - É muito simples: Dão-nos o Tratado e poupamos as vossas vidas. Cada um sgue o seu caminho, nós fazemos o que temos a fazer e tudo correrá pelo melhor.
    - Melhor? Aliar-se a um país para destruir outro? Acabar com a vida das pessoas? Porque é isso que quereis! - Exasperou D'artagnan.
    - Acorda para a vida, chico! É o poder que está acima de tudo! - Disse Mercedes. - Agora, o tratado.
    - Não!
    - Seja!
    A luta começou. Aramis conseguira, a muito custo, derrubar o adversário. D'artagnan tratava de Ramirez que apesar de ser bom expadachim, teria de admitir que estido da Gasconha que fora ensinado a D'artagnan era assaz surprendente. Porthos, mesmo sem usar a espada, era imbativel, claro. Merceds estava prestes a atacar Athos pelas costas, mas o simpático gatinho que os acompanhara na viagem instintivamente mordeu-lhe a mão, fazendo com ela deixasse cair o punhal.
    - Agora, rendei-vos. - Disse-lhe Athos. - E lembrem-se de contar o sucedido ao Duque de Olivares. Pensando bem, talvez não. É que ele não vai ficar nada satisfeito, não é verdade? Agora desapareçam!
    Fugiram, furiosos, enquanto os mosqueteiros recuperavam do sucedido.
    - Athos, estás bem? - Perguntou Aramis. - Não te feriram?
    - Não, Renée. Está tudo bem.
    - Ah, é? Então o que é esse arranhão na cara? D'artagnan, empresta-me o balsamo, por favor.
    D'artagnan assim fez. Renée pôs um pouco do balsamo na ferida de Athos, que insistia que não era preciso.
    - Vá lá, Athos! Deixa lá a "mosqueteira" tratar disso. - Disse Porthos. - E... Bem, não acredito que vou dizer isto, mas aqui vai: Para uma mulher, não te bateste nada mal! Se o Ramirez soubesse que eles, os melhores espadachins de Espanha, foram vencidos por uma mulher... - Porthos desatou a rir. - Se a vergonha matasse, ele estaria morto e enterrado!
    Aramis fulminou-o com o olhar.
    - Então? Admite lá! Tem a sua piada, não tem?

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    Finalmente, chegaram a Paris. E, claro está, a primeira coisa que D'artagnan fez foi dar um grande abraço e um beijo apaixonado à sua amada Constance. O grupo juntou-se na residência dos Bonacieux para jantar, onde contaram tudo sobre a sua viagem a Inglaterra. Kitty também lá estava, para saber noticias do seu pai, como D'artagnan prometera.
    - Ainda bem. Como pertecemos à gentry, não lhe deram grandes castigos. Mas mesmo assim, temo por ele. - Disse Kitty.
    - Felizmente tudo correu bem. E voltaste a casa são são e salvo.
    - É verdade, Constance. - Disse D'artagnan. - Conseguimos o tratado e agora estamos aqui.
    - Foi muito perigoso, D'artagnan. Ah, ainda bem que nos vamos casar. Alguém tem que te manter longe de sarilhos.
    - É. - Comentou Kitty, não demonstrando emoção. - Ultimamente, tem acontecido coisas muito estranhas.
    - A propósito de estranho, o que se passa contigo, Athos?
    - E porque dizes que se passa alguma coisa comigo, Porthos?
    - Basta ver que nos ultimos dias tens andado com os olhos a brilhar e um sorriso tolo. Diz-me, meu caro Athos... - Porthos aproximou-se dele com um sorriso maroto e um olhar penetrante. - ...Anda moura na costa?
    Tal insinuação teve efeito imediato. Athos, que estava a beber um copo de vinho, engasgou-se.
    - Que disparates estás para aí a dizer, Porthos?!
    Aramis até tinha vontade de rir, ao ver Athos atrapalhado pela primeira vez. Estava tão encantador...Sim, de facto era estranho, pois sempre que o assunto era mulher, das duas uma: Ou Athos mudava de assunto ou ficava calado que nem um rato. E nunca o vira sorrir uma única vez. Se bem que um simples sorriso não lhe ficava nada mal.

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    Entretanto, numa vila perto de Paris...
    - Ficas avisada, Mercedes! - Sentenciou Ramirez. - Tu e os outros. Não vou tolerar mais falhanços. O futuro de Espanha depende de nós. O Conde de Olivares está a contar connosco.
    - Aqueles mosqueteiros são uma pedra no nosso sapato. mas não te preocupes, querido Ramirez. Tu conheces-me. Eu tenho sempre um truque na manga. Hei de ter uma ideia.
    - Espero bem que sim. Para teu próprio bem. - Ameaçou Ramirez, agarrando-a por um braço. - Porque mais um falhanço da tua parte e voltas para a prisão de onde eu te tirei. Não. Nem é preciso a prisão. Vais logo directamente para a fogueira! Pensa bem nisso!


    Última edição por Fraulein Andreia MC em Seg Dez 14, 2009 9:27 am, editado 1 vez(es)
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Lyrrinne em Dom Dez 13, 2009 10:04 am

    Razz Moura à costa Razz ehehehehehehe..... moura loira será? Very Happy
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Fraulein Andreia MC em Seg Dez 14, 2009 11:40 am

    Isso agora...

    É o mais provavel...LOL
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Athos de La Fère em Seg Dez 14, 2009 2:54 pm

    Athos e Aramis........... ai que fofo!!!!!!!
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Anbel em Qua Dez 16, 2009 10:38 am

    E cá temos a continuação da história, desta vez com um capítulo extremamente emocionante. Very Happy Mais uma vez os nossos amigos mosqueteiros conseguem “resgatar” alguém do caminho da perdição porque Tommy parece ter aprendido a sua lição e pelos vistos vai enveredar pela via do Bem: até já sonha em ser mosqueteiro!

    E para quem pensa que esta história só servia para nos divertir um pouco, pode ver que não é bem assim porque neste capítulo até temos um conselho bem profundo e interessante que é dado pelo nosso amigo D’Artagnan ao pequeno Tommy: “A verdadeira coragem não é a ausência do medo mas sim a maneira de o enfrentar.” É uma ideia que bem podemos usar na nossa vida quotidiana!


    E depois disso temos uma daquelas cenas que tanto nos fazem vibrar: o aparecimento dos vilões com o consequente duelo e a sua derrota. Confesso que já começava a sentir falta deste tipo de cenas. Razz

    E também gostei de ver o gatinho cat em acção mais uma vez. É que já me começava a questionar sobre o que lhe tinha acontecido mas pelos vistos continua a acompanhar os nossos amigos embora só se torne visível quando é necessário.


    E cá temos o Porthos dentro do seu estilo habitual ou pelo menos como se poderia comportar ao ficar ao corrente da verdadeira natureza de Aramis. Lá vêm as tais “ferroadas” que acabam por dar um toque de humor à coisa! Wink Gostei de ver isso embora me pareça que ele exagera um bocadinho quando diz “Bem, não acredito que vou dizer isto, mas aqui vai: Para uma mulher, não te bateste nada mal!”. É que o Porthos já conhece o Aramis há demasiado tempo para ainda estar a duvidar das suas capacidades na arte da esgrima!


    E depois, para nos aguçar um bocadinho mais o apetite temos as “observações” do Porthos em relação aos comportamentos do Athos. Cool Normalmente temos a tendência para pensar que o Athos é o observador e o astuto mas aqui os papéis invertem-se um bocadinho com o Porthos a assumir o lugar tradicionalmente ocupado pelo Athos! Mas é interessante ver que já começa a haver algumas alterações de comportamento não só no que diz respeito ao Athos mas também da parte de Aramis que começa a reparar nos encantadores sorrisos de Athos!!!

    Isto está a tornar-se interessante principalmente na forma como o capítulo termina…os vilões não estão derrotados e começam a sentir a pressão sobre eles…

    As emoções ainda não acabaram e está a parecer-me que temos que nos preparar para mais surpresas nos próximos capítulos Cool … pois que venham…
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Fraulein Andreia MC em Qua Dez 30, 2009 11:54 am

    Olá! Mais um capítulo só para vocês!

    XI - Mason

    Amanhecera. Na casa dos Bonacieux, já estavam todos prontos para tomar o pequeno-almoço. Quero dizer, quase todos, pois como de costume, D'artagnan ainda não se levantara.
    - Ah, este D'artagnan. - Disse Constance. - Para o acordar são precisos tiros de canhão.
    Nisto, do quarto de D'artagnan ouviu-se um "splash" e um grito de surpresa até que apareceu D'artagnan, todo encharcado e com má cara. - Para que foi isto? - Resmungou ele.
    - Eu diria antes um balde de água, menina Constance. - Disse Marthe, a fiel e simpática criada dos Bonacieux, com um sorriso matreiro. - O menino faz ideia de que horas são? São quase dez!
    Mal Marthe dissera aquilo e já D'artagnan corria para o quarto e arranjava-se á pressa. Pegou numa maçã para comer pelo caminho e saiu porta fora a grande velocidade, enquanto Constance, Marthe e o Sr. Bonacieux soltavam uns risinhos.

    Like a Star @ heaven

    - Ainda bem que conseguiram, rapazes. Se esse tratado tivesse caído nas mãos errados…
    - È verdade, Albert. - Disse Aramis. - Mas ainda há a questão do Mason.
    - Pois, isso já é um problema. - Anuiu Albert. - O patife pode estar escondido em qualquer parte e não vai demorar muito a planear alguma, de certezinha absoluta.
    Conhecendo-o como o conheço, o Albert tem razão. Pensou Aramis. Ele e os seus comparsas devem andar por aí a congeminar. Eles não vão desistir assim tão facilmente. Só espero… - E olhou para Athos e os restantes companheiros. - …que não aconteça nada às pessoas que eu amo, como aconteceu antes...
    - Passa-se alguma coisa, Aramis? - Perguntou Albert.
    - Nada, Albert.
    - Deixa-me adivinhar: O Mason fez alguma, tu descobriste, e ele agora quer vingar-se. - Concluiu Albert. - Não sei o que se passou entre vocês. No entanto, o Mason deixou isso bem claro: Ele vai fazer qualquer coisa contra ti.
    - Eu sei. - Disse Aramis.
    - E por isso, temos de manter os olhos bem abertos. - Disse Athos.
    - Athos…
    - Certo. Ouve, Aramis, por muito corajoso que sejas, temos de estar de olho e proteger-te.
    - Mas, mas… Ora! Eu sei tratar do Mason! - Reclamou Aramis.
    - Sozinho, não. - Disse Porthos.
    - Aramis, o Porthos tem razão. - Disse D'artagnan.
    - Também tu? - Aramis estava fora de si. - Acabou-se o treino! Vou para casa! - Virou as costas e saiu do quartel.
    - Fala com ela, Athos. - Sussurou Porthos.
    - Porquê eu?
    - Porque…Tu tens mais jeito para lidar com a Renée.
    - Está bem. - Disse Athos. E foi em direcção à casa de Aramis.

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    - Aramis, sou eu, o Athos! Abre! - Um pouco relutante, Aramis abriu a porta e deixou-o entrar.
    - Ficas avisado! - Disse ela, sem mais delongas. - Se vocês querem fazer o papel de cavaleiros destemidos, estão à vontade! Mas não pensem que vou ser a vossa donzela indefesa!
    - Ninguém disse isso.
    - Mas pensaram. O que é quase a mesma coisa.
    - Desculpa? Achas que eu penso que, só por seres uma mulher, és mais frágil? Não és, e eu já tive provas mais do que suficientes disso! - Declarou Athos.
    - Ora, até que enfim que nos entendemos!
    - Tontinha…- Disse Athos.
    - É verdade: Obrigado.
    - Porquê?
    - Pelo que me disseste em Inglaterra. - Esclareceu Aramis.
    - Só disse a verdade.
    - Disso não tenho duvidas... Athos, por favor! Para todos os efeitos, eu sou um mosqueteiro. Enquanto não me descobrirem, deixa-me agir como tal!
    - Mas tu já pensares naquilo que estás a fazer? É esse o grande problema! Se alguém descobre que és uma mulher, podes ser presa ou até morta! E nós? Já pensares no que seria se alguma coisa te acontecesse?
    - Preocupas-te demasiado comigo, Athos.
    - Como se eu fosse o único. - Pronunciou Athos a meia voz.
    - Vai correr tudo bem, Athos. Eu sei lidar com gente como o Mason.
    - Tudo bem. - Disse Athos antes de sair. - Contudo, mete isto na tua cabeça: Nós estaremos lá para ti, quer precises, quer não.
    - Athos…

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    Do cesto que Kitty trouxera, ouvia-se um alegre miado. Kitty entrou em pânico.
    - Que estás aqui a fazer, Misty? - D'artagnan dera-lhe o nome de Mistigri e Richard tivera a "brilhante" ideia de lhe chamar Misty como diminuitivo. - Se te apanham aqui, estou metida em trabalhos e ainda agora cheguei.
    - Ele não para de andar atrás de ti. - Comentou Constance.
    - Espertinho... - Suspirou Kitty. - Gostava de sabar o que tenho para o bicho gostar assim tanto de mim.
    - Também gosta do D'artagnan. Já reparaste que, além de ti, ele é o único a quem ele não arranha?
    - É verdade. Coitado do D'artagnan. Imagino a cara dele quando viu que o Misty tinha ido com eles. Ainda bem que eles conseguiram cumprir a missão e voltar sãos e salvos. Quando eu soube, tive tanto medo...

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    Mercedes foi rapidamente ter com Ramirez. Desta vez ele não iria censurá-la depois do que acabara de descobrir.
    - Já tenho um plano!
    - Deixa-te de rodeios e fala.
    - Lembra-te da tal rapariga que nos descobriu e de certeza que contou aos mosqueteiros? Acho que sei quem ela é. É uma aia da Rainha de França. Que tal?
    - Muito bem! Muito bem! Conseguiste surpreender-me, aliás, como sempre. - Bajulou-a ele.
    - Deixa-te de me dar graxa e dá-me ordem para tratar deste assunto.
    - Agora não. Os outros que tratem disso. Eu depois tenho novas planos para ti.
    - Quais novos planos? Eu não vou fazer nada por aquele imbecil do Mason! Eu trato da rapariga!
    - Não há discussão, Mercedes! Fazes o que eu digo e mais nada!
    A espanhola deixou-o, furiosa.
    - Algum problema? - Inquiriu Mason, surgindo por entre as sombras.
    - Um grande problema. - Confirmou Ramirez. - A Mercedes é muito ambiciosa. E as pessoas que se tornam ambiciosas acabam por fazer as coisas por conta própria. No caso da Mercedes, isso pode tornar-se perigoso.

    Fim de mais um "episódio". LOL Não percam o próximo. Ah, e é claro, os meus votos sinceros de boas festas para todos vocês. Que o ano de 2010 vos traga tudo o que desejam. Um beijo!
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Athos de La Fère em Qua Dez 30, 2009 3:11 pm


    YEAH, YEAH!! PARABÉNS DE NOVO E OBRIGADA POR ESTA SUA FIC QUE TANTO NOS EMOCIONOU EM 2009! QUE CONTINUE ASSIM EM 2010! FELIZ ANO NOVO A TODOS!
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Anbel em Qua Dez 30, 2009 3:15 pm

    E não podia haver melhor maneira de terminar o ano do que com um novo capítulo completamente emocionante. Very Happy

    O problema do Tratado parece já estar resolvido mas isso não significa que os nossos heróis possam descansar. Antes pelo contrário pois os malfeitores ainda continuam activos e pelos vistos não lhes faltam ideias para pôr em prática para atazanar a vida dos nossos amigos.

    Também é bom ver que o D’Artagnan continua incorrigível proporcionando-nos aqueles momentos que tanto nos fazem rir mas no fundo também é por isso que gostamos dele… a sua capacidade de nos divertir! Razz

    Finalmente vamos poder perceber quais são as ideias maquiavélicas de Manson que tem andado desaparecido á algum tempo. Parece que o tempo das vinganças vai chegar não só por parte de Manson mas também no que diz respeito a Mercedes e a Ramirez. Isto parece ser o prenúncio de mais aventuras excitantes. Só nos resta esperar para ver o que vai acontecer de seguida mas desta vez também já sabemos uma coisa: Aramis não está sozinha e como os seus amigos já estão ao corrente de tudo vão poder apoia-la a 1000%. É o “Um por todos e o todos por um” na sua mais pura essência!!!

    Esperemos para ver o que vai acontecer…Entretanto temos que nos concentrar na forma como nos vamos despedir deste ano e preparar-nos para dar as boas vindas a 2010. Que todos nós entremos no novo Ano com o pé direito para que todos os nossos desejos se possam concretizar da melhor maneira possível!!!

    Viva o Novo Ano!!! cheers
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Fraulein Andreia MC em Ter Jan 12, 2010 10:23 am

    Mais um capítulo, malta!

    XII - Amores, amores, amigos à arte

    Disfarçada, Mercedes aproximou-se do palácio. Primeiro, eu tenho de saber mais sobre essa rapariguinha. Pensou Mercedes. Foi por causa dela que o nosso plano falhou. Mas isto não vai ficar assim.
    Lá estava a Inglesa a sair. Era a sua oportunidade.
    - Olá, o que desejais? - Perguntou ela.
    - Tu és a Kitty Elliot?
    - Sim, sou. Porque perguntais? E como…
    - Ora, eu sei muitas coisas sobre ti. - Disse ela. -Sei por exemplo que és Inglesa. Olha, tu conheces bem Paris?
    - Mais ou menos. É uma cidade muito grande e estou cá há pouco tempo.
    - Ah, então não deves saber onde é a estalagem Pomme de Pin, pois não?
    - Saber, até sei. Os mosqueteiros costumam lá ir.
    Melhor ainda…Pensou Mercedes. - Podes levar-me até lá? Tenho de ir lá com uma pessoa mas não sei como se vai para lá.
    - Claro.
    Assim foram. Chegaram há estalagem. D'artagnan e os mosqueteiros não estavam lá.
    - Bem, parece que ele não está aqui.
    - Se não for indiscrição, de quem está á procura.
    - Do D'artagnan.
    - D'artagnan? - O coração de Kitty começou aos saltos ao ouvir o nome.
    - Sim, D'artagnan. O mosqueteiro.
    - A senhora conhece-o?
    - Ah, eu sou da vila de onde ele veio, na Gasconha. - Respondeu Mercedes. Tu também o conheces, não? Se calhar és a namorada dele ou algo do género?
    Kitty ficou mais vermelha que um tomate.
    - Não. Nada disso.
    - Mas gostavas que fosse? - Inquiriu Mercedes. Então, aquela rapariga tinha qualquer coisa com D'artagnan…Bem, isso era a cereja no topo do bolo. A miúda ainda poderia ser útil.
    - Filha, conta-me tudo. Sentes qualquer coisa por aquele rapaz? Eu posso ajudar-te com isso.
    - Oiça, eu não a conheço. Já tive problemas que chegue.
    - Ora, eu sei tudo sobre ti e tu nem precisaste de perguntar. Para ti sou tudo menos uma estranha. Ainda podemos ser amigas. Vá lá. Se quiseres, vamos até à tua casa e tu falas comigo.

    Like a Star @ heaven

    - Ele é inalcançavel. - Desabafou Kitty, depois de Mercedes ter conquistado a confiança dela. - Ele está com outra pessoa e essa tal pessoa tem sido uma grande amiga para mim.
    - Estou a ver. Mas isso resolve-se.
    - Como? Eu não posso fazer nada. Talvez seja melhor deixar as coisas como são.
    - E continuares a sofrer em silêncio? Ai, isso é mesmo tipico dos Ingleses. - Disse Mercedes. - Vá lá, rapariga. OLha, toma isto. - E entregou-lhe um frasco. Aquele veneno iria ensinar os mosqueteiros a não se meterem com eles. Ramirez ainda lhe iria agradecer.
    - O que é?
    - É uma poção. Com isto o D'artagnan vai morrer de amores por ti.
    - Acha mesmo que...posso fazer isso? Não, não posso.
    - Minha querida, já é altura de deixares de sofrer em vão. Poi-lhe isto em qualquer coisa que ele coma ou beba e verás.

    Like a Star @ heaven

    A ideia de tornar o seu amor platónico uma realidade era demasiado tentadora. Kitty sabia que àquela hora D'artagnan estava em casa. Ah, não! Constance também lá assim como outros três!
    - Olá.
    - OLá, Kitty. Que fazes aqui?
    - Vim visitar-vos e mais uma vez agradecer tudo.
    - Já te disse que não tens nada que agradecer. Somos mosqueteiros. É o nosso trabalho. - Disse ele.
    - Se quiseres podes ficar e jantar connosco. - Convidou.
    - Por mim, tudo bem. Obrigada.

    Faço? Interrogou-se Kitty enquanto jantavam. Não faço?
    D'artagnan e Constance gostavam mesmo um do outro. Via-se. Kitty já não aguentava mais.

    Faço?

    Não faço?

    - Desculpem, mas eu tenho de me ir embora já. Esqueci-me de avisar o Richard e ele deve estar preocupado.
    - Kitty...
    E saiu dali a sete pés, tentando não mostrar as lágrimas que tinha nos olhos.
    - O que tem miuda? - Perguntou Porthos.
    - Não sei. - Respondeu D'artagnan.
    - Ele deve estar com algum problema. E não estou a falar do facto de o pai estar na Torre. Problemas sentimentais, é o que é. No entanto ela está à pouco tempo.
    - E como é que tu sabes isso? Intuição masculina?
    Athos mantinha-se como sempre calado que nem um rato.
    - E tu o que achas, Athos?
    - Não sei.
    - Vá lá! Sei que não gostas de falar nesse assunto mas ao menos diz qualquer coisa.
    - Precisamente. - Retorquiu Athos, olhando de esguelha para Aramis.

    Like a Star @ heaven

    Chorando, Kitty passava pela ponte que ficava no caminho para casa. Parou e olhou para as águas do Sena. Não. Não iria obrigar D'artagan a mudar os seus sentimentos. Além de que nunca vira aquelamulher na sua vida. D'artagnan nunca tinha falado nela.
    - Não te vou fazer isto,. Darty. - E atirou o frasco para o rio.


    Última edição por Fraulein Andreia MC em Sex Jan 15, 2010 1:52 am, editado 2 vez(es)
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Athos de La Fère em Qua Jan 13, 2010 4:32 am

    Boaaaaaaaa!!! Ainda bem heim! Pelo menos não é tão tontinha...

    Ufaaaaaaaaa!!
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Anbel em Qui Jan 14, 2010 11:24 am

    Trata-se de um capítulo extremamente emocionante apesar de não ter lutas de espadas nem duelos (acaba por haver uma luta mas ao nível da consciência…) Rolling Eyes

    É agora que nos apercebemos verdadeiramente dos sentimentos que a Kitty nutre pelo D’Artagnan. Já noutros capítulos tinha ficado a pairar no ar essa possibilidade mas agora acabaram-se as incertezas…Kitty está apaixonada por D’Artagnan… I love you

    Como é que ela vai reagir perante a possibilidade de fazer com que o jovem mosqueteiro se apaixone por ela? É neste momento que podemos ver que ela é uma jovem de bons princípios e de bom carácter que percebe que há outros sentimentos mais importantes como é o caso da lealdade e da amizade. Ela pode estar com o coração ferido mas não consegue trair aqueles que sempre a ajudaram. Isto representa pontos para ela…Mas também ainda não sabemos o que é que o destino lhe reserva…Quem sabe se não lhe aparecerá pela frente o senhor certo que a vai amar como ela merece ser amada? Wink


    Gostaria de ter visto essa poção em acção! Só para saber se resultava!!! Razz

    Era interessante que ela fosse usada de forma acidental durante o jantar, de preferência com alguma das outras personagens…era bom ver um pouco de confusão…


    Esta Mercedes está de certa forma a fazer-me lembrar muito da Milady… Suspect
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Fraulein Andreia MC em Sex Jan 15, 2010 1:57 am

    Se resultasse, seria terrivel! Mas eu safei o nosso querido. E a Kitty também. LOL
    Então, a Mercedes faz-te lembrar a Milady...Sim, ela é perversa, má como as cobras. vingança Se calhar até é muito pior do que a Milady, se é que isso é possivel!
    Quanto á Kitty, espera muitas surpresas da parte dela. Wink
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Athos de La Fère em Sex Jan 15, 2010 2:51 am

    Uai!!! Também me lembro da Milady com essa Mercedes aí... hummmm.. Mas acho difícil que haja vilã mais odiosa... bem, enfim, estou sendo totalmente parcial porque sou mesmo "apaixonada" pelo Athos... e vê-lo ferido por esta víbora que é a Milady... bem... eu a odeio mesmo...
    Ah seu a pego por aí!!!

    Brincadeiras a parte, coitadinha da Kitty... tomara mesmo que apareça algum rapazinho de bom coração que a ame muito e...

    ATHOS E ARAMIS... a poção funcionaria bem neles não, Anbel? O que acha?
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Anbel em Sab Jan 16, 2010 1:34 pm

    Pois é…o fantasma da Milady começa a pairar por aqui… What a Face

    Mas é verdade que este último comportamento da Mercedes me fez lembrar muito a Milady…quase como se ela tivesse voltado a aparecer para assombrar os nossos heróis…
    É que há uma pergunta que se pode colocar: afinal onde é que está a Milady? Suspect O que é certo é que ninguém sabe onde ela está ou o que é que lhe aconteceu!!! Se calhar também é por isso que fiz a comparação… Razz


    Quanto á tal poção acho que o Athos e o Aramis não vão precisar dela… parece-me que aquilo vai devagarinho…eles só precisam é de um pouco de tempo e talvez algum incentivo…Quem sabe se não será a vingança de Manson que vai contribuir para os aproximar? É que não nos podemos esquecer desse verme…pois ele está com toda a certeza a preparar alguma…

    O que eu achava interessante era usar a poção para formar casais mais improváveis Rolling Eyes …do tipo ser o Porthos a bebe-la e começar a olhar para o Aramis de outra forma.
    Como é que o Athos reagiria numa situação destas? Será que tomaria a iniciativa de se declarar ou será que se iria incompatibilizar com o Porthos? Era a isto que eu me referia…arranjar alguma confusão no meio do grupo… Cool

    Uma outra possibilidade de que me estou a lembrar poderia envolver D’Artagnan…mas não sei se devo falar nela porque isso poderia fazer com que ele olhasse para outra mulher que não fosse a Constance…Será que é de admitir essa hipótese?

    Já agora também faço outra pergunta… Question

    Constance sabe que o Aramis é uma rapariga?

    É que a outra ideia que me está a passar pela cabeça vai um pouco por aí… não sei se me faço entender Razz …criar alguma desordem no meio dos apaixonados…
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Athos de La Fère em Dom Jan 17, 2010 10:51 am

    Ooooopaaaaaaaaaa! Não é que seria interessante!! Legal seria ver o Athos com ciúme da Aramis... hehehehe
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Fraulein Andreia MC em Dom Jan 17, 2010 10:55 am

    LOL. isso seria interessante de ver. mas esperem, que eu estou umas ideias na cabeça que vos vão surpreender...
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Anbel em Dom Jan 17, 2010 11:44 am

    Pelos vistos não faltam nem ideias nem possibilidades! cyclops

    Ai…que "loucuras" é que vão sair dessa cabeça? Rolling Eyes

    Vamos então esperar para ver o que vai acontecer… Cool
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    Re: A minha fanfic

    Mensagem por Lyrrinne em Dom Jan 17, 2010 12:03 pm

    Tenham medo.... tenham muuuiiiito medo! Very Happy

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    Re: A minha fanfic

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